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Clara Louise

A Mestra Ascensa Clara Louise esteve encarnada como Clara Louise Kieninger. Fez a ascensão aos 87 anos, em Berkeley, Califórnia (EUA), em 25 de outubro de 1970, reunindo-se com sua chama gêmea, Amen Bey, para prestar serviço junto a Serápis Bey no Templo da Ascensão, localizado no Egito.

Clara Louise Kieninger nasceu aos 16 de setembro de 1883, em Junction City, Kansas (EUA) e teve uma infância feliz em uma grande família de pioneiros. Iniciou carreira como secretária e mulher de negócios e, mais tarde, finalmente, convenceu a mãe a deixá-la seguir a profissão do seu coração: enfermagem. Em 1912, graduou-se na escola de enfermagem do Hospital Luterano, em St. Louis, Missouri. Naquela ocasião, adotou o lema da sua classe: “Ich Dien” (Eu Sirvo), como o princípio norteador da sua vida. Clara Louise rapidamente assumiu posições de responsabilidade, tornando-se diretora assistente e, mais tarde, diretora da escola de enfermagem. Em 1917, foi enviada à França como enfermeira chefe e ali serviu até o final da Primeira Guerra Mundial.

Trabalhou devotadamente durante muitos anos e criou a primeira escola de enfermagem do Brasil, como preparação para seu trabalho com as crianças da futura sétima raça-raiz, destinada a encarnar na América do Sul. Por meio dessa profissão, serviu ao corpo de Deus na Terra com a mesma honradez e amor que dispensaria ao Cristo. Suas memórias foram publicadas no livro Ich Dien

Clara Louise presta serviço no quarto raio da pureza de Deus e sua nota-chave é a música Calm As the Night. A devoção de sua alma a Deus se refletiu também nas encarnações anteriores. Na época da Lemúria, atuava no templo central como sacerdotisa no altar da Mãe Divina e, nos tempos de Jesus, esteve encarnada como o apóstolo Tiago. Em sua última vida costumava repetir com frequência as palavras de Jesus: “Que te importa? Segue-me tu!”

Clara Louise tinha um grande e amoroso coração. Era também uma disciplinadora. Nos últimos anos de vida, como estudante dedicada e amiga dos Mestres Ascensos, manteve uma vigília diária de orações que se iniciava às 3 ou 4 horas da manhã e continuava por duas ou quatro horas, às vezes até o meio-dia. Orava pela juventude do mundo, pelas futuras crianças, por seus pais e professores. 

A partir do estado ascenso, Clara Louise disse: “Vejo muitos de vós por quem orei na minha encarnação final e gostaria de dizer que está claramente expresso nos registros que minhas preces fizeram diferença na vossa entrada na Senda. Sou grata por isso, mas menciono esse fato para que possais compreender que, se eu, que estive convosco tão recentemente, fui capaz de desenvolver aquele momentum de oração, vós também podeis fazer o mesmo. Requer apenas dedicação de tempo, espaço e determinação para silenciar qualquer outra voz que esteja em busca de atenção, cada ponto de caos, confusão ou ruptura”.

Clara Louise praticou a ciência da Palavra falada por cerca de 50 anos e seus chamados e invocações eram muito poderosos. Ela simplesmente não aceitava “não” como resposta, qualidade que aprendeu durante sua encarnação como discípulo de Jesus.

Em 1961, Saint Germain ungiu Clara Louise como primeira Mãe da Chama da Fraternidade dos Guardiães da Chama. Em 9 de abril de 1966, quando o manto do cargo foi transferido a Elizabeth Clare Prophet, Clara Louise se tornou Mãe da Chama Regente. Continua a ocupar esse cargo no nível ascenso, nutrindo as almas das crianças do mundo.

Ao se referir à sua ascensão, Clara Louise disse: “Existe uma espiral de vitória ancorada na atmosfera do local no qual fiz minha ascensão. Por isso vos guiarei até esse local e àquela casa: para que possais saber, quando estiverdes na região de Berkeley, da existência de um foco que abençoa, cura e é mantido em prol dos pequeninos. Pela vossa aplicação a esse foco, podeis expandir a influência do Arcanjo Gabriel, de Esperança e da Deusa da Pureza em todo esse estado, na América e no mundo.”

 
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