
Vol. 55 nº 24 Amada Magda 15 de Dezembro de 2012
A Esperança é Eterna e Nunca Perecerá
O Retorno da Consciência Crística
O universo pisca em miríades de luzes, brilhando em todas as partes, estrelas radiantes de esperança, majestosamente confrontando o homem e ensinando-o que o caminho para sair das trevas é o caminho da luz.
Quão belo é o ritual da ascensão, a consciência ascensa ciente do perdão, da ternura da memória de Deus refletida no fruto e na flor. Na memória da relva que existia e a imortalização daquilo que é digno, alcançamos o estado ascenso, fitando as luzes piscantes que emanam do corpo planetário, pequenos raios como dardos de esperança, remanescentes do olhar do Mestre, dos seus olhos, da ternura dos seus pensamentos.
A nossa consciência preenche-se, finalmente, com a virtude suprema do cálice de Deus. Deus é e estou ciente da ternura e da beleza em manifestações naturais. As nossas almas soam por não estarem mais emaranhadas em dor mortal, sofrendo ou com falta de abundância. As nossas almas estão indo para casa.
Não tentais encontrar Deus, mas o fazeis. Um com o Espírito, a esperança eterna nasce em nossos corações como uma chama acesa por um momentum intemporal de imortalidade. O nosso amor por ele, que nos concebeu e, em cada manifestação à imagem de Cristo, nos perdoa, é o tom do grande sino tornando todos conscientes, finalmente, dos momenta diligentes da mente universal de Deus.
Vindo para o lar, encontramos, finalmente, a reunião com todos os corações. E, através do ritual do perdão eterno e da esperança eterna, encontramos, enfim, o retorno da consciência Crística em toda a sua plenitude resplandecente do meio-dia – Rabboni.1 Vemo-lo, sentimo-lo, somos um com ele. Em um sentido eterno, todos os nossos relacionamentos mudam para aqueles de permanência, de esperança eterna, de um coração que nunca para, de olhos que nunca se encerram, de um ser que é uno, uno eternamente com o universo.
Não mais, então, envolvidos em ilusão e sua mortalha, seguramos, enfim, as mãos do Cristo vivente. Ele ressurgiu com a cura em suas asas.2 Percebemos uma nova onda, um novo brilho, uma nova esperança sobre as montanhas. O cume da identidade do homem torna-se a sua meta para sempre.
Que a meta recebida erga-se ainda mais para o alto. As pulsações de deleite cósmico produzirão a palpitação de novas esperanças no interior, sem fim e sem mais labuta. Pois, finalmente, todos os homens perceberão a nova cultura das eras que nasce a partir da cultivação da consciência Crística vivente e universal.
Erguendo-se aos Braços do Perdão e da Esperança
Quão belo é, em coração e consciência, lavar os seus abençoados pés com os próprios cabelos. E as palavras: “Tu estás perdoado”,3 ecoando nos corredores da memória, acalmando, enfim, toda angústia mortal e toda angústia da mente ou do coração. Pois a esperança é eterna e nunca perecerá.
A amplificação dos deleites do mundo sempre novo saturam a mente e o ser do homem. Estrelas de esperança irrompendo perante o seu olhar que recria os dia de outrora, os dias de outrora da arte,4 quando a beleza imaculada permaneceu perante a consciência e, finalmente, os homens conseguiram comunicar essa beleza uns aos outros. E no ensinamento aos bens jovens – aqueles jovens de coração e jovens de ser – recém-chegados, impolutos, da mente de Deus – a novidade da vida foi-lhes comunicada por aqueles que passaram pelo que os homens chamam de o vale das lágrimas. Pois Deus enxugará todas as lágrimas dos seus olhos.5
E o Cordeiro de Deus é a luz dessa cidade – a Cidade Quadrangular, uma cidade baseada na progressão e perfeição geométrica de Deus vivente, uma cidade onde toda a labuta é o ser perfeito de Deus vivente no interior da consciência do indivíduo. Percebei e dai-vos conta do significado disso?
Deus não está sentado em uma cidadela da história como Nero, da antiguidade, enquanto Roma pegava fogo. Ao invés disso, Deus está, majestosamente, comunicando-se, irradiando, emanando através da pessoa, de cada pequena estrela, cada pequeno ser, cada foco de manifestação, mais de si mesmo, da sua graça, da sua realidade, envolvendo a todos. Todos buscam, em unidade, progressivamente elevarem-se aos braços do perdão e da esperança.
O radiante fogo violeta da perfeição vem à mente e ao coração purificando, limpando, vitalizando. E a vida, como uma rosa desabrochando, abre as suas pétalas uma a uma, corolário ao sol do ser, e a perfeição de Deus faz-se conhecida aos corações humanos.
Venho-vos, neste dia, por meio de uma dispensação especial da Irmandade. Eu sou Madalena de antigamente. Conhecida como a mestra Magda, e revelo-me ao mundo. Pois a fonte do perdão, a partir do coração de Deus, e todas as trevas, confusão e caos espalhados por todo o mundo é um requisito* deste dia – o dia da amplificação da Divindade do Ser, da Presença do EU SOU no interior.
Que todos, então, compartilhem o brilho do firmamento da esperança. As trevas têm que se dissipar. As sombras precisam ir embora. Todos precisam conhecer o clima da perfeição. A verdade e a razão pura imbuem a alma. Deus revela a sua meta a todo homem.
Vedes como a perfeição de milhares de anos pode ser trazida ao indivíduo e focalizada bem aqui e hoje? Uma memória da alma tão requintada, como um lindo camafeu que pode ser usado sobre o coração, tanto das mulheres como dos homens. Pois é um adorno interno, um adorno da consciência que expulsa todo o medo.
Pois o medo contém a tormenta,6 e Deus traz liberdade da tormenta e confusão. Ele traz paz ao mundo e o conhecimento de que eu sou livre. Pois em minha liberdade das densidades que me infestam há tempos, no perdão do Cristo manifestado em Jesus vem também o perdão e o amor uns aos outros – não somente daqueles que são irmãos, mas daqueles que estão temporariamente expulsos e separados da luz e do alvorecer da verdade.
* Requisito: “algo que é requerido ou necessário: uma coisa um qualidade indispensável ou essencial”. (Terceiro Novo Dicionário Internacional Webster)
A Esperança e a Magnífica Ressurreição Espiritual
A verdade e a liberdade andam lado a lado, abençoados. E sei disso, pois viajei a longa estrada da labuta, e vi tanto as trevas quanto a luz. Vi tanto a esperança quanto a desesperança. Estive às portas da tumba. E asseguro-vos de que no espírito da ressurreição, esperança e alegria, a abundância da vida flui para todo homem. Qual é o significado do amor verdadeiro senão um vislumbre deste princípio: o princípio sem distorções que permanece nas mãos de Deus, o princípio sem distorções que permanece na mente de Deus, o princípio sem distorções que permanece no coração de Deus – um coração de esperança, um coração de renovação, um coração de consagração, um coração de mais do que uma dedicação comum.
Enquanto as mãos, os muitos corações e muitas vidas entregam-se sobre o altar do ser, a magnífica ressurreição espiritual, que pode e de fato ocorre, trará a todos um certo conhecimento que Deus ansiou para todos desde o Princípio. E na dádiva da sua esperança sobre os seus corações, está o primeiro fluir de renovação – uma renovação tão antiga quanto os fogos da vida que criaram mundos não nascidos e, hoje em dia, é a voz de Deus ecoado pelo tempo, espaço e eternidade.
Pois quando o homem compreende e assimila esse princípio da vida, ele reconhece que todo o conhecimento e certeza estão no interior do coração da sua Presença Divina. Ele é um foco, um foco de fogo cósmico brilhando, regenerado e saturado com toda a beleza e perfeição. Toda a beleza e perfeição se manifestarão, e o conhecimento da chama da ressurreição acenderá nele, novamente, uma esperança permanente.
Ó corações de luz, sede guiados pela graça. Sede guiados pela graça. Sede guiados pela graça.
“A Summit Lighthouse Irradia a sua Luz Sobre Todo o Mundo para Manifestá-la como Pérolas de Sabedoria”
Este ditado anteriormente não publicado de Magda foi transmitido pela Mensageira da Grande Fraternidade Branca Elizabeth Clare Prophet no Dia 5 de Setembro de 1971, em La Tourelle, Colorado Springs, Colorado. (1) Jo. 20:11-17. (2) Mal. 4:2. (3) Lc. 7:36-50. (4) “Nos antigos dias da Arte, / Construtores fundiam com grande zelo / Cada detalhe e porção oculta; / Pois os Deuses veem a tudo. / Façamos também a nossa obra, / Tanto a oculta quanto a visível;/ Façamos a casa onde Deus possa habitar,/ Bela, íntegra e limpa”. Do “The Builders”, de Henry Wadsworth Longfellow, 1842. (5) Apoc. 7:17, 21:4. (6) I Jo. 4:18.
ASAS DE ESPERANÇA
À Arqueia do Quarto Raio
Asas de Esperança, envolvam todo o nosso planeta
Asas de Esperança, tragam o alegre som da liberdade
Soam os sinos da paz e da alegria
Fazendo toda a vida se elevar e cantar.
A chama da ressurreição de beleza brilhante
Eleva a nossa terra vitoriosa em Luz
Asas de Esperança do grande coração de Deus
Demonstrando o perdão do amor.
Asas de Esperança emanando do Cristo Cósmico
Transmutem a discórdia em paz celestial
Pelo poder da sua chama do coração
Elevem a terra pelo nome EU SOU.
Asas de Esperança, protejam a Vida de Deus em todos
Libertem todos os elementais, os grandes e os pequenos
Toda a coragem da Esperança agora confiram
A cada coração que pulsa.
Asas de Esperança, amorosamente nós adoramos
A perfeição de Deus na terra que outrora conhecemos
Ressurreta nos mundos dos homens
A perfeição de Deus aqui novamente.
Sol Central, a nossa fonte de Vida tão querida
Abençoa a nossa Esperança por trazer-nos aqui
Asas de Esperança, que todos possam ser
Eternamente livres.
PÉROLAS DE SABEDORIA
Pérolas de Sabedoria são publicadas sob o patrocínio do Conselho de Darjeeling da Grande Fraternidade Branca. Foram ditadas pelos mestres ascensos aos seus Mensageiros Mark L. Prophet e Elizabeth Clare Prophet e originalmente editadas por The Summit Lighthouse.
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Tradução e Revisão: Summit Lighthouse do Brasil
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